segunda-feira, 2 de maio de 2011

...SOBRE AQUELE BARBUDO FANÁTICO E CRUEL???

RÁ RÁ RÁ pra você. JÁ FOI TARDE!!!!

Espero que nem do seu nome se lembrem daqui uns anos, pois não merece ser lembrado!

Let me Join The Uncle Sam's Party!!!!

domingo, 1 de maio de 2011

À Flor da pele.

O amor e o desamor são armas sem serem necessários registro. Se pensarmos analogicamente o amor é uma tragédia bela como o murchar de uma flor: a flor nasceu, o botão se abriu, as pétalas espalharam-se reluzentes ao sol, colorindo o dia, participou da beleza da estação, sentiu o carinho do vento, a atenção dos pássaros, borboletas, abelhas. Nasceu na eterna festa de celebração à natureza. Talvez uma flor do seu bouquet tenha sido apanhada por um enamorado para presentear sua amada. Outra observou o amor de dois velhinhos de mãos dadas sentados na praça e as crianças brincando ao lado. Enfeitou o cabelo de alguma mocinha serena e romântica. Fez-se presente no túmulo de um ente amado não esquecido. Perfumou o paletó do noivo e foi carregada pela noiva. Deitada ela estava nos lençóis nupciais posta à murchar, às vésperas de sua morte, enquanto uma nova semente de vida foi plantada em mais um útero.

A flor como o amor, foi viva, vida, momentos, pessoas, lugares, emoções, simbolismos, gestos, sentidos, lembranças. E o Amor, como a flor, murcha, marca momentos, sentidos, sentimentos, emoções, pessoas, lugares... Lembranças. Depois, sedento e maltratado pelo tempo... ele Morre. Morre tão ardente quanto nasceu.

O Amor morre. Essa tragédia feita com amor dentro de nós morre. Somos poupados da morte física, mas presos ao luto de tudo o que ele construiu em nós: todas as marcas, todas as recordações, todas as lembranças, fluindo em nós dolorosamente, corroendo nossa paz.

Mas vale à pena morrer com ele à cada segundo de nossa vida, e experimentar toda a alegria que ele pode trazer antes que acabe, do que morrer sem nunca ter visto e sentido os minutos passarem eternos, à FLOR da pele...

casa!!

Casa cheia, casa vazia, minha casa é minha casa. Pode estar vazia de pessoas, mas nunca vazia de lembranças, de motivos em cada objeto, cheiros peculiares, um detalhe bonito que você deixou de reparar pois não olhava com os olhos certos. Casa cheia de amigos, dia de festa, churrasco, cerveja, risadas, gente chegando, gente saindo, gente abraçando, gente falando, gente rindo e às vezes desabafando, também. Amigos queridos, antigos, pouco vistos, trazendo amigos novos, criando vínculos. Casa cheia família, cheiro de jantar esquentando, mesa posta na cozinha, mesa pra quatro, som da tv ligada. Casa, meu quarto, minha cama meu travesseiro; minhas 11 hrs, meu abajur, meu livro escolhido... Minha casa de sábado de manhã, cheio de pão fresco, barulho de cozinha, cachorro, gato papagaio fazendo a festa, acordando quem ainda tem preguiça de acordar (eu), todos de pijama, na mesa. Papai com suas ameixas, suas laranjas, mamãe com seu capuccino, seu pão francês, eu e meu pão de queijo com requeijão e achocolatado...
Minha casa, às vezes, minha saudade.