quinta-feira, 8 de março de 2012

By now I could use only one word or two to describe what I feel about you.

Love.

Passion, too. I don´t know exactly which one came first.

But I prefer to say a bunch instead saying it. I´m afraid to say it out loud. Because I know I will Believe what I say. I know how it can Change me deeply. So I Hide one Truth within a speech …because of a Fear, maybe…

Bu this is wrapped on a Seduction that happened without the sense of Touch. I can see, I can hear, I can read… I can Dream. Not touch. Not smell. But Burns as a cold Flame.

And I can´t tell exactly when it happened. I only confessed to myself it was there all the time at the moment I understood you felt that too.

It brights up my day and warms up my heart just to see a little picture with a “Good Morning, Sweety” aside on small screen.

…

“Nadia, stop being silly. Stop Dreaming. This is Dangerous, so why Risking” But I couldn´t listen to me saying “give up, let it go”… As I can´t run from something that is inside me. And …I don´t want to!!! I want you more and more… Everyday.

I know it´s a clock bomb. And at the same time the “tic-tac” makes me nervous for not knowing how it will hit me, I can´t wait to the counting finally gets to its end… So I can finally explode I LOVE YOU.

30/01/2012

domingo, 23 de outubro de 2011

Cartaz

Amor é aquilo que não se vê, mas se faz presente em qualquer lugar, mesmo quando se está sozinho. Saudade é o que ele faz pra estampar a existência dele. Um cartaz.

O meu é um exibicionista, um exagerado. E até esgoelado, porque me chega à boca. Uma palavra, um urro de revolta, um choramingo pidão, um bufar de impaciência, um suspiro de conformação. Ou vários, espalhados pela casa, pelo tempo. Meu amor é uma criança, com suas teimosias, carências, meninices. Me deixa de cabelo em pé, faz um auê!!! Mas me faz sorrir...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

E hoje?!

Hoje eu declaro guerra ...
Mas uma guerra boa, e nada fria. Porém, calculada.
Uma guerra que começa tomando como refém eu mesma.

domingo, 25 de setembro de 2011

Descarrego

Acordei hoje sentindo um vazio enorme. Pesado. A tal da solidão misturada à preocupação com outras coisas, que carecem de solução rápida faz um estrago em mim. Tudo foi escolha minha: a solidão e os problemas. Se eu escolhi, é porque eu achei que eu fosse dar conta. Quando eu escolhi eu me sentia mais forte e os problemas estavam apenas começando. Agora esse desafio: peito pesado, cabeça anuviada e decisões à tomar, trabalhos pro fazer, coisas pra estudar, contas à pagar. Todos os dias. Mas é assim a vida, né?! Não pode deixar cair a peteca. nem que tiver que jogar chorando. Senão tem que começar tudo de novo. Começar tudo de novo é lindo na hora de pensar positivo. Mas eu preciso começar uma coisa e terminar, às vezes, pra variar um pouco e ver que realmente construo algo de verdade com tudo isso. E ultimamente, quando eu chego perto do fim da construção, eu descubro que, ou ainda tem um cômodo inteiro pra construir, ou o que eu já construí tem rachaduras... caiu uma parede. Isso não faz nada bem pra minha auto-estima... Falando assim de problemas, que eu já sei deles há muito tempo, eu camuflo o que realmente me incomoda nisso tudo: minha labilidade emocional... Minha consciência parece que funciona, mas minha sensibilidade fica tão extrema que bagunça todo o resto. E eu me conheço assim. Se e eu ignoro ou me deixo sentir tudo, não difere os finalmentes. Primeiro vem o vazio, o peso, a negatividade, o medo, o choro, a culpa, a aceitação,a irritabilidade, a conformação... O esquecimento, catatonismo... Às vezes fuga, pra começar tudo de novo.
Não é sempre assim. Ou pelo menos eu quero acreditar que não. E eu não sou de me abater por muito tempo. Mas eu estou num jogo onde você não pode errar uma vez sequer. Ou já está tudo perdido. Tem que treinar e esperar o próximo jogo. E quem faz barulho é quem torce contra...
E eu fiquei cansada. Parece que minha platéia à favor ficou muda hoje... :´(
Acho que uma pessoa presente às vezes faz toda diferença. Ausente também. Principalmente ausente, no meu caso. Acho que caiu minha ficha hoje eu usei alguém que eu amo como fonte de serenidade, força de vontade e força por uns tempos, alguém pra quem eu abri o coração e deixei entrar. Mas é preciso reconhecer que "no coração" é só uma metáfora, e sozinhos, estamos sozinhos. E ponto final. Tenho que encontrar essas coisas em mim outra vez. Força. Porque eram coisas minhas que estavam em mim antes de eu depositar elas em outra pessoa. Coragem. Acho que a gente faz isso porque gostamos criar um reflexo positivo nosso em outra pessoa; fica mais fácil VER, CRER...Sentir que somos capazes de qualquer coisa que almejamos. Talvez eu tenha que chorar um pouco hoje e olhar no espelho. Hoje, amanhã... e todos os dias da minha vida...


the script - in the end that begin.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

quero só um pouco.

Só me falta um pouco:

De reciprocidade de Respeito,

Do compartilho de experiência,

E da certeza eterna da minha inocência.

Ainda resta um pedaço enorme desta.

domingo, 4 de setembro de 2011

Tum-tá

Eu só preciso de um lugar pra descansar meu coração...

Um lugar nada seguro, nada constante

Se fosse constante faria tum-tá, tum-tá...

Esse lugar existe,

E é um canto.

Se tem descanso,

Deve ser lá.

Tem que ser lá.

Onde é eu não sei...

Mas deve exisir,

Se alguém souber onde é me avise.

Porque eu preciso chegar lá e seguir

Até onde eu conseguir...e insistir

Em acreditar,

Que existe a constância,

Além da circunstância de Amar.


;) Ná.