O meu é um exibicionista, um exagerado. E até esgoelado, porque me chega à boca. Uma palavra, um urro de revolta, um choramingo pidão, um bufar de impaciência, um suspiro de conformação. Ou vários, espalhados pela casa, pelo tempo. Meu amor é uma criança, com suas teimosias, carências, meninices. Me deixa de cabelo em pé, faz um auê!!! Mas me faz sorrir...
domingo, 23 de outubro de 2011
Cartaz
O meu é um exibicionista, um exagerado. E até esgoelado, porque me chega à boca. Uma palavra, um urro de revolta, um choramingo pidão, um bufar de impaciência, um suspiro de conformação. Ou vários, espalhados pela casa, pelo tempo. Meu amor é uma criança, com suas teimosias, carências, meninices. Me deixa de cabelo em pé, faz um auê!!! Mas me faz sorrir...
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
E hoje?!
domingo, 25 de setembro de 2011
Descarrego
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quero só um pouco.
domingo, 4 de setembro de 2011
Tum-tá
Um lugar nada seguro, nada constante
Se fosse constante faria tum-tá, tum-tá...
Esse lugar existe,
E é um canto.
Se tem descanso,
Deve ser lá.
Tem que ser lá.
Onde é eu não sei...
Mas deve exisir,
Se alguém souber onde é me avise.
Porque eu preciso chegar lá e seguir
Até onde eu conseguir...e insistir
Em acreditar,
Que existe a constância,
Além da circunstância de Amar.
;) Ná.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
...SOBRE AQUELE BARBUDO FANÁTICO E CRUEL???
domingo, 1 de maio de 2011
À Flor da pele.
O amor e o desamor são armas sem serem necessários registro. Se pensarmos analogicamente o amor é uma tragédia bela como o murchar de uma flor: a flor nasceu, o botão se abriu, as pétalas espalharam-se reluzentes ao sol, colorindo o dia, participou da beleza da estação, sentiu o carinho do vento, a atenção dos pássaros, borboletas, abelhas. Nasceu na eterna festa de celebração à natureza. Talvez uma flor do seu bouquet tenha sido apanhada por um enamorado para presentear sua amada. Outra observou o amor de dois velhinhos de mãos dadas sentados na praça e as crianças brincando ao lado. Enfeitou o cabelo de alguma mocinha serena e romântica. Fez-se presente no túmulo de um ente amado não esquecido. Perfumou o paletó do noivo e foi carregada pela noiva. Deitada ela estava nos lençóis nupciais posta à murchar, às vésperas de sua morte, enquanto uma nova semente de vida foi plantada em mais um útero.
A flor como o amor, foi viva, vida, momentos, pessoas, lugares, emoções, simbolismos, gestos, sentidos, lembranças. E o Amor, como a flor, murcha, marca momentos, sentidos, sentimentos, emoções, pessoas, lugares... Lembranças. Depois, sedento e maltratado pelo tempo... ele Morre. Morre tão ardente quanto nasceu.
O Amor morre. Essa tragédia feita com amor dentro de nós morre. Somos poupados da morte física, mas presos ao luto de tudo o que ele construiu em nós: todas as marcas, todas as recordações, todas as lembranças, fluindo em nós dolorosamente, corroendo nossa paz.
Mas vale à pena morrer com ele à cada segundo de nossa vida, e experimentar toda a alegria que ele pode trazer antes que acabe, do que morrer sem nunca ter visto e sentido os minutos passarem eternos, à FLOR da pele...
